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	<description>Comentários e visão pessoal do mercado de real estate por Paulo Roberto Almeida Lima - CEO Patrinvest</description>
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		<title>Tendência é trocar investimento direto em imóveis por fundos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 12:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desenvolvimento do mercado de imóveis está aumentando as vantagens de adquirir cotas de fundos imobiliários. Cresce o número de ativos em oferta e a tendência é a de que haja cada vez mais fundos aplicando no setor. Os fundos imobiliários foram criados no final da década de 90 e evoluíram até tomarem a forma [...]]]></description>
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<p>O desenvolvimento do mercado de imóveis está aumentando as vantagens de adquirir cotas de fundos imobiliários. Cresce o número de ativos em oferta e a tendência é a de que haja cada vez mais fundos aplicando no setor.</p>
<p><a href="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/cand.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-281" title="cand" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/cand.jpg" alt="" width="611" height="299" /><span id="more-280"></span></a></p>
<p>Os fundos imobiliários foram criados no final da década de 90 e evoluíram até tomarem a forma atual, diante da regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), via Instrução nº 472, de 31 de outubro de 2008.</p>
<p>Uma das principais vantagens desse tipo de investimento é que os fundos permitem que o investidor aplique em empreendimentos de melhor qualidade e tenha acesso a atividades que não seriam viáveis ao adquirir 100% de um imóvel.</p>
<p>Além disso, com o aumento dos preços dos empreendimentos e da procura dos grandes investidores, ficou mais difícil enfrentar uma concorrência tão especializada. Já quando esse mesmo investidor adquire cotas de um fundo de investimento imobiliário, ele passa a fazer parte de um grupo de investidores reunidos com o objetivo de somar seus recursos.</p>
<p>O grupo terá um volume maior de dinheiro para enfrentar a concorrência dos demais interessados nos imóveis.</p>
<p><strong>Há em funcionamento mais de 100 fundos da categoria no país, com patrimônio superior a R$ 8 bilhões e diversas estratégias de investimento</p>
<p></strong>Cada participante do grupo estará investindo em ativos que tendem a ser mais rentáveis do que, por exemplo, uma casa de aluguel, tais como grandes empreendimentos nos mais diversos setores da economia. A consequência desse investimento é o acesso a inquilinos de grande expressão e qualidade, como é o caso, por exemplo, do “FII Almirante Barroso”, proprietário do Edifício Almirante Barroso, localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro e locado integralmente para a Caixa Econômica Federal, ou do “FII BB Progressivo”, que detém dois empreendimentos em seu patrimônio nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro e alugados para o Banco do Brasil.</p>
<p>Existe ainda a vantagem da praticidade. O investidor não terá de se envolver diretamente na administração do imóvel, pois ela ficará a cargo de profissionais contratados pelo fundo, que serão fiscalizados e estarão sob a responsabilidade da instituição financeira administradora do fundo. Assim, o cotista pode vir a ter o bônus do investimento, eximindo-se dos ônus de ser o proprietário- administrador.</p>
<p>Qualquer investidor pode adquirir cotas de um fundo imobiliário, independente de seu porte. Há fundos cujas cotas são vendidas em agências bancárias e que aceitam investimentos iniciais a partir de R$ 1 mil, por exemplo.</p>
<p>A liquidez é outro fator a ser considerado. Para transformar sua cota em dinheiro vivo, a pessoa física pode negociá-la na bolsa de valores. A venda ocorrerá de forma ágil, se as cotas estiverem depositadas numa corretora de valores, que vai representar o vendedor na negociação.</p>
<p>Atualmente estão em funcionamento mais de 100 fundos de investimento imobiliários no Brasil, com patrimônio total superior a R$ 8 bilhões, que apresentam diversas estratégias de investimento.</p>
<p>Há os que são voltados à renda com o aluguel dos imóveis que o fundo adquire e os que visam ao ganho de capital obtido com a comercialização dos imóveis de forma especulativa, além dos destinados à incorporação de determinado empreendimento para venda futura.</p>
<p>Sendo assim, o cenário dos fundos de investimento imobiliário hoje é favorável para quem está acostumado a investir em imóveis e deseja continuar no setor. E também para o pequeno aplicador que quer participar do bom momento do mercado imobiliário brasileiro.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Fonte: Brasil Econômico</em></span></p>
</div>
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		<title>Aluguel de galpões industriais em SP é o mais caro da América Latina</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/aluguel-de-galpoes-industriais-em-sp-e-o-mais-caro-da-america-latina/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; A empresa que deseja alugar um galpão comercial, na cidade de São Paulo, pagará um dos valores mais altos do mundo. É o que revela um levantamento realizado pela Colliers International. De acordo com os dados, em São Paulo, o valor de locação de galpões industriais, considerados Classe A, é de R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A empresa que deseja alugar um galpão comercial, na cidade de São Paulo, pagará um dos valores mais altos do mundo. É o que revela um levantamento realizado pela Colliers International.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-276" title="gi" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/gi.jpg" alt="" width="611" height="299" /></p>
<p><span id="more-275"></span></p>
<p>De acordo com os dados, em São Paulo, o valor de locação de galpões industriais, considerados Classe A, é de R$ 24,50 por metro quadrado. Trata-se do maior valor registrado na América Latina, ultrapassando cidades como Bogotá (R$ 17,60 por metro quadrado), Buenos Aires (R$ 10,56 /m2) e Santiago (R$ 9,65/m2).</p>
<p>Na comparação com outras cidades, São Paulo integra o ranking dos aluguéis mais caros, ficando na oitava posição. Nos primeiros lugares estão Tóquio (R$ 32,74 por metro quadrado), Londres (R$ 29,97/m2), Zurique (R$ 28,53/m2) e Hong Kong (R$ 27,22/m2), Cingapura (R$ 26,66/m2) e Oslo (R$ 24,80/m2).</p>
<p>Aumento</p>
<p>Por fim, o estudo indicou ainda que, na comparação com o ano passado, o valor de locação de galpões industriais em São Paulo teve expansão de cerca de 5%. Em 2010, o valor era de R$ 23,50.</p>
<p><em><span style="color: #888888;"><strong>Fonte</strong>: InfoMoney</span></em></p>
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		<title>Em meio à turbulência no Mercado financeiro, o melhor investimento é o imóvel</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/em-meio-a-turbulencia-no-mercado-financeiro-o-melhor-investimento-e-o-imovel/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 12:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, Ernani Assis.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-273" title="pr" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/pr.jpg" alt="" width="611" height="251" /><span id="more-272"></span></p>
<p>“Na crise a poupança e algumas poucas opções de fundos de renda fixa são consideradas apropriadas, mas a rentabilidade é muito pequena se compararmos ao investimento imobiliário, seja ele através de aquisições de unidades imobiliárias ou de cotas de fundos imobiliários”, diz.</p>
<p>“Se fizermos um comparativo entre a poupança, com rendimento médio de 7.0%, e a renda fixa, com rendimento médio de 8.5% ao ano, com um fundo imobiliário e Imóveis com rendimento médio de 18% a 25%, podemos garantir que, ainda com o aumento da inflação, o ganho real será recompensador”.</p>
<p>Segundo Assis, toda especulação diante do cenário de instabilidade macro econômica faz com que o comportamento do investidor seja mais comedido, fazendo com que ele opte por investimento que possam ser tangíveis. “Logo, estamos em um cenário extremamente favorável à aquisições de ativos imobiliários”, conclui.</p>
<p>“Da mesma forma que não enxergo uma valorização exagerada, também não é correto pensar em desvalorização dos imóveis. O mercado imobiliário é muito estável e organizado, afastando qualquer possibilidade de uma bolha imobiliária”, afirma Assis. “Atualmente essa indústria permite uma diversificação de ativos, incluindo aqueles que garantem uma locação que, fora o patrimônio, permite alavancar uma renda mensal. Esta boa prática é oferecida por incorporadoras e fundos imobiliários com garantia de aluguel de um a 15 anos. Em São Paulo, por exemplo, em 2011, o aluguel já acumula a maior alta desde 1997</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Fonte</strong>: Forum Imobiliário</em></span></p>
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		<title>SuperReturn Latin America</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerada a conferência de Private Equity e venture capital de maior sucesso na América Latina, a SuperReturn trará mais de 300 participantes de 25 países entre os dias 12 e 14 de março de 2012, no Tivoli Hotel em São Paulo. O evento promoverá uma análise atual das questões que mais afetam o private equity [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada a conferência de <em>Private Equity</em> e <em>venture capital</em> de maior sucesso na América Latina, a <em>SuperReturn</em> trará mais de 300 participantes de 25 países entre os dias 12 e 14 de março de 2012, no Tivoli Hotel em São Paulo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-267" title="SR" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/SR.jpg" alt="" width="611" height="166" /><span id="more-265"></span></p>
<p>O evento promoverá uma análise atual das questões que mais afetam o <em>private equity</em> na América Latina na atualidade como:</p>
<p>• Fundos Globais X Fundos Pan-Regionais X Fundos Locais X Fundos De Fundos;<br />
• Análise da volatilidade na inflação e taxa de juros, variação cambial e fluxo de capital no Brasil;<br />
• De que forma os mega fundos globais estão entrando na América Latina?<br />
• De que forma os investidores podem investir confortavelmente na região apesar do histórico turbulento na política e na economia?</p>
<p>Dentre as atividades, haverá uma série de <em>workshops</em> para pequenos grupos, denominados “<em>On The Ground</em>”. As sessões abordarão o “como fazer”da estruturação de negócios. Destaque para o workshop <em>Private Equity</em> como classe de ativos que abordará, dentre alguns tópicos, a análise do <em>private equity</em> e suas diferentes formas, o funcionamento do retorno no <em>private equaty</em>, retornos do <em>buyout</em>, e o tamanho de fundos e relacionamento entre gestores e investidores.</p>
<p>O CEO da Patrinvest, Paulo Roberto Almeida Lima, participará do debate <em>The SuperReturn Latin America</em> denominado “Qual a melhor maneira de trazer exposição ao Brasil?” Participarão deste debate:</p>
<p>• Moderador: Mark O’Hare (<em>Managing Director, </em>PREQIN)<br />
• Private Equity: Patrice Etlin (<em>Managing Partner, Latin America, </em>ADVENT INTERNATIONAL)<br />
• Public Markets: Marc Fogassa (<em>Founder &amp; Managing Partner</em>, HEDGEFORT CAPITAL)<br />
• Real Estate: Paulo Roberto Almeida Lima (<em>CEO, </em>PATRINVEST)</p>
<p>Além do debate, Paulo Roberto participará do <em>Stream A</em> denominado Setores e Classes de Ativos: Onde estão as melhores oportunidades de imóveis na América Latina? O que está ativo nesta classe de ativos e onde o <em>Real Estate</em> latino-americano cabe em uma carteira de alternativas?</p>
<p>Junto a ele, participarão Adrian Aguilera (<em>Founder &amp; Co-CEO</em>, VERTEX REAL ESTATE INVESTORS)  e Pedro Bracos (<em>Director &amp; Senior Portfolio Manager, </em>PRUDENTIAL REAL ESTATE INVESTORS).</p>
<p>Para saber mais sobre o SuperReturn Latin America 2012, faça o download da programação <strong><a href="http://www.informaglobalevents.com/appdata/downloads/SuperReturn-Latin-America-Conference/SR_Lat_Am_Draft_Agenda_English_and_Portuguese_6.10.pdf" target="_blank">clicando aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Obra sustentável cresce e desperta interesse de bancos</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/obra-sustentavel-cresce-e-desperta-interesse-de-bancos/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 17:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[obra sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[Jatobá Green Building, exemplo de obra sustentável As construtoras estão cada vez mais incorporando conceitos de sustentabilidade nos projetos que chegam aos bancos para financiamento. Em um primeiro momento, tais práticas podem até encarecer a obra, mas segundo os agentes financiadores, o melhor emprego de recursos nesses empreendimentos resulta na longevidade do imóvel e menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-257" title="jgb" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/jgb.jpg" alt="" width="611" height="320" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;"><em>Jatobá Green Building, exemplo de obra sustentável</em></span></p>
<p>As construtoras estão cada vez mais incorporando conceitos de sustentabilidade nos projetos que chegam aos bancos para financiamento. Em um primeiro momento, tais práticas podem até encarecer a obra, mas segundo os agentes financiadores, o melhor emprego de recursos nesses empreendimentos resulta na longevidade do imóvel e menos custos de manutenção. Na concessão do crédito, os bancos veem esses projetos com outros olhos. O Santander criou um selo para obras sustentáveis. Outros bancos, como o Bradesco, chegam a contratar até engenheiros para acompanhar a construção.</p>
<p><span id="more-256"></span></p>
<p>Ainda não há uma relação direta entre esse tipo de construção sustentável e um diferencial na taxa de juros do financiamento. Conforme Octávio de Lazari Júnior, diretor do departamento de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, tudo vai depender do projeto apresentado e do histórico da construtora como tomador de crédito no mercado. De qualquer forma, diz o executivo, por se tratar de um empreendimento sustentável, os bancos já analisam o crédito de forma diferenciada.</p>
<p>Segundo Lazari, do total dos projetos das construtoras que chegam ao departamento de crédito do Bradesco, pelo menos, 20% contemplam algum aspecto sustentável. A liberação dos recursos ocorre conforme o cronograma da obra que é acompanhada por engenheiros credenciados pelo banco.</p>
<p>O Bradesco tem também outras linhas de crédito no âmbito da construção sustentável. As primeiras foram colocadas à disposição em 2007 e hoje já somam 33. Uma das que têm apresentado forte demanda, segundo Lazari, é o crédito para compra de equipamento de aquecimento solar, com tíquete médio de R$ 7 mil. O financiamento pode ser feito de 60 a 72 meses nessas linhas, com taxas que chegam a custar 50% menos do que outras modalidades de crédito como empréstimo pessoal.</p>
<p>O programa Obra Sustentável do Santander Brasil também surgiu em 2007 e já contemplou dez empreendimentos com a placa. As empresas precisam atender a uma série de requisitos que constam do questionário de risco socioambiental. A análise tem caráter instrutivo e ao detectar problemas, são apontadas soluções, incentivando a mudança de atitude. Para a liberação dos recursos são realizados estudos técnicos e econômicos e exige-se da empresa a Declaração de Solo Limpo, documento que atesta que o terreno está livre de resíduos. Em uma escala de um a dez, o projeto que consegue nota sete está apto para receber a placa de &#8220;Obra Sustentável&#8221;. Para manter a placa o empreendimento passa por avaliações periódicas que determinam a permanência entre as edificações reconhecidas pelo programa até o término da obra. O acompanhamento é feito por uma equipe de engenheiros contratados pelo banco.</p>
<p>A ideia do programa é estimular iniciativas que apresentem soluções como eficiência energética, conforto ambiental do edifício, conservação da água, seleção de materiais, incentivo a reúso e reciclagem. Segundo Fernando Baumeier, superintendente de Negócios Imobiliários do Santander Brasil, os projetos no âmbito do programa ainda não chegam a 10% do total financiado pelo banco, mas há uma tendência crescente tanto da parte das incorporadoras em apresentá-los, como da parte do consumidor em adquirir imóveis com essas características.</p>
<p>O executivo entende que a incorporação das práticas sustentáveis não adiciona custo no projeto, a medida em que a utilização de materiais mais adequados aumentará a vida do empreendimento, com consequente ampliação do prazo de manutenção. No limite, diz o executivo, os valores dos condomínios tendem até a cair, uma vez que a maior utilização da luz natural, o uso de placas que captam energia solar e o melhor aproveitamento da água vão ter efeitos diretos sobre as contas de fornecimento desses serviços essenciais.</p>
<p>Alexandre Lafer Frankel, diretor presidente da Vitacon Incorporadora, diz que o aparecimento de obras sustentáveis tem sido mais forte em imóveis comerciais. &#8220;Alguns locatários, especialmente multinacionais, exigem o selo sustentável para alugar o imóvel&#8221;, disse o executivo. No segmento de residências, o executivo destaca que ainda são poucos projetos sustentáveis, mas a tendência é de crescimento no número de obras. &#8220;É um diferencial positivo e as pessoas se sentem bem comprando um imóvel assim. Os bancos veem com bons olhos, mas não tem havido diferencial de juros&#8221;, disse.</p>
<p>Comunidade sustentável</p>
<p>Em complemento ao programa de financiamento sustentável, o Santander lançou no final de 2009 a comunidade obra sustentável, que já conta com mais 1.200 participantes. A ideia é que a cadeia da construção participe da comunidade, principalmente os engenheiros recém-formados. &#8220;O sonho é que esses engenheiros já saiam da escola com mentalidade voltada para a sustentabilidade de empreendimentos&#8221;, disse o executivo do Santander. O programa foi desenhado para incorporadoras, mas a pessoa física também pode fazer parte da comunidade e se valer dessas dicas na construção de sua própria residência.</p>
<p>Um dos pontos que chamam atenção quando se olha para essas obras no longo prazo é a economia gerada na conta de luz. A utilização da luz natural e de placas que captam energia solar estão presente em praticamente todos os projetos que contemplam alguma característica sustentável.</p>
<p>Uma dessas obras que devem ser inauguradas este mês com esse conceito é o projeto Horizon Residence Premium, da Brookfield Incorporações. O imóvel está sendo construído em Campinas e recebeu a certificação Aqua (Alta Qualidade Ambiental), emitida após auditorias presenciais da Fundação Vanzolini. O projeto terá menor impacto ambiental durante a construção, escolha racional de materiais e menor consumo de água e energia. &#8220;E quem sai ganhando com isso são os clientes, que poderão viver em um condomínio com uma performance melhor, tendo mais contato com a natureza e economizando água e energia&#8221;, disse em nota André Lucarelli, superintendente de incorporação da Brookfield.</p>
<p>Silvia Araújo e Altamiro Silva Júnior</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Fonte</strong>: Agência Estado</em></span></p>
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		<title>Construção civil crescerá até 5% em cinco anos e crise não abala</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/construcao-civil-crescera-ate-5-em-cinco-anos-e-crise-nao-abala/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; O setor da construção civil vai registrar taxas de crescimento anual de 4,5% a 5% nos próximos cinco anos. A estimativa é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe. &#160; Pelo fato de a construção ser um investimento de longo prazo, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O setor da construção civil vai registrar taxas de crescimento anual de 4,5% a 5% nos próximos cinco anos. A estimativa é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="e" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/e.jpg" alt="" width="611" height="225" /></p>
<p>Pelo fato de a construção ser um investimento de longo prazo, o setor continuará carregando parte dos contratos de 2011 e, na avaliação do executivo, a crise na Europa não irá afetar o crescimento da construção. Em 2011, o setor deve registrar uma expansão de 5%. &#8220;A atual crise, fundamentada basicamente na Grécia, não deve gerar uma catástrofe na União Europeia. Esperamos um cenário menos ruim do que uma década perdida nos Estados Unidos&#8221;, disse Watanabe, para quem a economia norte-americana deverá melhorar seus indicadores.</p>
<p>Para o próximo ano, o presidente do Sinduscon vê como risco para o setor a escassez de mão de obra. Em sua avaliação, a construção civil passa por uma situação de pleno emprego. Enquanto a taxa geral de desemprego está rodando entre 6% e 6,5% no País, no setor de construção ela está em 3%, segundo Watanabe Só de janeiro a agosto, o setor contratou 9% a mais do que em igual período do ano passado. Este desempenho, diz ele, deverá ser mantido em 2012.</p>
<p>&#8220;Todo esse crescimento vertiginoso trouxe um problema para a construção civil, que será obrigada a mudar a gestão dos negócios e ser mais intensiva em tecnologia porque a mão de obra, mesmo a de baixa qualificação, está escassa&#8221;, disse.</p>
<p>Para ele, o setor deverá continuar se expandindo nos próximos anos como consequência do aumento da renda da população e de ações federais como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). &#8220;Esperamos que o PAC e o Minha Casa, Minha Vida tenham continuidade nos próximos governos&#8221;, disse.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Fonte</strong>: DCI</em></span></p>
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		<title>Imobiliárias caem mais de 14% na semana passada e lideram perdas do Ibovespa</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; As ações do setor setor imobiliário destacaram-se na ponta perdedora do Ibovespa na semana que se estendeu de 19 a 23 de setembro, com cinco empresas do setor figurando entre as seis maiores quedas do índice no período. No último lugar, aparecem os papéis da Brookfield (BISA3), com queda de 18,10%, cotados a R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="econom" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/econom.jpg" alt="" width="611" height="313" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As ações do setor setor imobiliário destacaram-se na ponta perdedora do Ibovespa na semana que se estendeu de 19 a 23 de setembro, com cinco empresas do setor figurando entre as seis maiores quedas do índice no período.</p>
<p>No último lugar, aparecem os papéis da Brookfield (BISA3), com queda de 18,10%, cotados a R$ 5,52. Gafisa (GFSA3; -17,48%, R$ 5,95) e Rossi Residencial (RSID3; -17,35%, R$ 9,43) aparecem logo depois com quedas de mais de 17%, enquanto que Cyrela (CYRE3) e MRV (MRVE3) recuaram 14,27%, e 14,22%, respectivamente, com a ação valendo R$ 12,20 e R$ 10,50, nessa ordem. A única exceção dentre as maiores quedas do Ibovespa ficou com a Marfrig (MRFG3), que viu seus papéis terem a quarta pior performance do índice na semana (-17,28%), cotados a R$ 6,51.</p>
<p>Vale mencionar que o IMOB, índice de ações que acompanha as empresas do setor imobiliário, recuou 10,4% na semana, desempenho bem pior que o do benchmark da bolsa brasileira, que recuou 6,96% nos últimos cinco pregões.</p>
<p>Volatilidade do setor</p>
<p>Os temores com a situação da dívida europeia e em relação a uma possível recessão nos Estados Unidos levaram a uma crescente preocupação, fazendo investidores migrarem de ativos mais inseguros, como o mercado acionário, para aqueles tidos como mais seguros, como o dólar. O setor imobiliário, como um dos mais voláteis e dependentes de bons momentos econômicos, é um dos primeiros a sofrer.</p>
<p>Alguns dos papéis dessas empresas chegaram a atingir suas mínimas anuais na quinta-feira (22), fator que pode ter gerado uma boa oportunidade de entrada nesse tipo de investimento, visto que esse tipo de ativo agora opera abaixo das sua médias históricas. &#8220;Acredito que o setor esta subprecificado, esse movimento de curto prazo é mais de reajuste de posição&#8221;, afirma Renato Campos, analista da Técnica Assessoria de Mercado de Capitais.</p>
<p>Tendo esse cenário como pano de fundo, o Goldman Sachs aumentou a sua recomendação para o setor imobiliário, para &#8220;overweight&#8221; (exposição acima da média), destacando os valuations atrativos e os fortes fundamentos dessas companhias. “Nós continuamos a acreditar que as perspectivas de longo prazo para crescimento, o suporte político e os múltiplos descontados justifiquem o investimento em empresas do setor”, afirma o banco.</p>
<p>Inflação e dólar em alta também prejudicam</p>
<p>Mesmo com a boa sessão na sexta-feira, esses papéis continuaram a se situar entre as maiores quedas semanais. Além do dólar em patamares muito altos &#8211; o que acaba beneficiando empresas voltadas à exportação -, o setor também sentiu os efeitos negativos do avanço maior que o esperado do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado na semana passada, o que aumentou ainda mais a incerteza do mercado acerca da inflação brasileira.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Fonte: Infomoney</em></span></p>
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		<title>Um a cada três imóveis alugados em SP é comercial</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 17:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa da Lello, número de novos contratos de aluguel residencial comercial subiu 16% no segundo trimestre ante os primeiros três meses do ano. Um em cada três imóveis alugados na capital paulista é comercial. É o que aponta levantamento da Lello, empresa líder em administração imobiliária no Estado com base nos dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa da Lello, número de novos contratos de aluguel residencial comercial subiu 16% no segundo trimestre ante os primeiros três meses do ano.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-240" title="aluga"  src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/aluga.jpg" alt="" width="611" height="313" /></a></p>
<p>Um em cada três imóveis alugados na capital paulista é comercial.</p>
<p>É o que aponta levantamento da Lello, empresa líder em administração imobiliária no Estado com base nos dados consolidados do segundo trimestre deste ano.</p>
<p>Nos meses de abril, maio e junho o número de imóveis comerciais locados pela empresa nas diferentes regiões de São Paulo representou 30% do total.</p>
<p>O número de novos contratos de aluguel residencial comercial subiu 16% em relação ao primeiro trimestre, e o valor médio das locações novas chegou a R$ 3.500.</p>
<p>Salas e conjuntos comerciais representaram 41% do total de novas locações do setor no segundo trimestre, seguidas pelas casas comerciais, com 26%, e pelos salões, com 15%. As lojas representaram 10% do total de novos contratos, galpões, 6% e terrenos, 2%.</p>
<p>Entre os imóveis comerciais alugados no segundo semestre, 35% foram destinados à instalação de clínicas médicas, odontológicas e de estética, 22% para escritórios de representação comercial, contabilidade e advocacia, outros 22% para lojas de rua, 8% para estabelecimentos de alimentação como lanchonetes e restaurantes, e 4% para instituições de ensino.</p>
<p>O levantamento apontou, ainda, que as regiões de Moema e da Mooca lideraram a procura para locação de consultórios médicos e escritórios, seguidas pelas áreas da Vila Mariana e de Santana.</p>
<p>&#8220;O setor de imóveis comerciais está em alta e a rentabilidade do aluguel, para quem compra unidades com este perfil para fins de locação, tende a ser maior, proporcionalmente, do que no caso dos imóveis residenciais&#8221;, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.</p>
<p><em><span style="color: #888888;"><strong>Fonte</strong>: Brasil Econômico</span></em></p>
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		<title>A construção civil nos passos da sustentabilidade</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/a-construcao-civil-nos-passos-da-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 12:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
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		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[prédios ecoeficientes]]></category>
		<category><![CDATA[prédios verdes]]></category>
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		<description><![CDATA[O ramo que mais emprega no Brasil também é um dos maiores produtores de resíduos e um dos mais contumazes causadores de fenômenos climáticos em metrópoles. Conheça alguns rumos e medidas que podem inverter os papéis exercidos pela construção civil no contexto ambiental. O Brasil tem todas as ferramentas para se destacar mundialmente no ramo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ramo que mais emprega no Brasil também é um dos maiores produtores de resíduos e um dos mais contumazes causadores de fenômenos climáticos em metrópoles. Conheça alguns rumos e medidas que podem inverter os papéis exercidos pela construção civil no contexto ambiental.</p>
<p>O Brasil tem todas as ferramentas para se destacar mundialmente no ramo da construção civil. Além de ser um país imenso, com grandes áreas inexploradas comercialmente, foi palco de movimentos migratórios que formaram, com graves defeitos sociais, as metrópoles. O tardio processo de urbanização, preconizado sobretudo pela máxima de Juscelino Kubitschek de &#8220;50 anos em 5&#8243; fez com que o ramo da construção civil se tornasse bem mais valorizado, com a criação de novas empresas, novos empregos e novas possibilidades.</p>
<p>Atualmente, o país conta com 3 milhões de trabalhadores nos canteiros de obras, não só de edifícios e casas, mas também em obras de saneamento básico, drenagem, calçamento e obras urbanas em geral. Esse panorama tende apenas a crescer com as oportunidades desveladas ante a proximidade da Copa do Mundo 2014 e das Olímpíadas 2016.</p>
<p>Um mapeamento realizado pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) identificou 224 nichos de negócios que poderiam ser explorados pelas micro e pequenas empresas antes, durante e após a Copa do Mundo, desde alimentação industrial até saúde e segurança no trabalho, ao longo de toda a cadeia produtiva. Estima-se que o montante de recursos que deve ser movimentado em obras de infraestrutura e organização será de R$ 22,4 bilhões, podendo chegar a até R$ 112,9 bilhões com a produção em cadeia.</p>
<p>Por outro lado, o ramo é o campeão em acidentes de trabalho. Segundo dados do IBGE, 45% dos acidentes em locais de trabalho aconteceram em canteiros de obras em 2009, um total de 723,5 mil trabalhadores. Além disso, a construção civil carrega um fardo ambiental que não pode ser desconsiderado. Em cidades como São Paulo, cerca de 55% dos resíduos urbanos são gerados por atividades ligadas ao setor. Nas construções, cerca de 48% das madeiras utilizadas tenham como origem o desmatamento ilegal, segundo a Forest Stewardship Council Brasil (FSC).</p>
<p>Logo, é mais do que necessário que as empresas busquem soluções sustentáveis para que o futuro dos negócios na construção civil não seja marcado indelevelmente por agreesões ao meio ambiente e à sociedade. E medidas já estão sendo adotadas. Na última edição da Greenbuilding Brasil Conference &amp; Expo, realizada entre 29 e 31 de agosto evento realizado na sede da Fecomercio, em São Paulo, empresários discutiram novas tendências no segmento que desagravem o passivo ambiental carregado há décadas.</p>
<p>Jardins suspensos</p>
<p>A expansão urbana provocada pelo crescimento econômico e pela explosão populacional nas grandes cidades é um fenômeno antigo e que atinge todo o planeta. Com a urbanização de grandes áreas antes cobertas por vegetação, redução de parques ecológicos e concretação das grandes metrópoles, é cada vez mais comum a ocorrência de anomalias climáticas locais. Além disso, a impermeabilização do solo com asfalto ocasiona enchentes e impede o reabastecimento dos aquíferos subterrâneos.</p>
<p>Uma forma criativa, bonita e eficaz de combater o impacto climático da construção civil é adaptar a própria natureza aos edifícios. Uma das empresas brasileiras especializada nesse novo ramo de arquitetura é a Ecotelhado, que desenvolve projetos de vegetação de telhados e paredes, além de sistemas de drenagem para pavimentos urbanos e residências. Se é caro? O diretor da empresa, João Manuel Linck Feijó garante que o custo-benefício é vantajoso. &#8220;O valor do investimento é em geral o mesmo, considerando-se um telhado de boa qualidade. Quando levamos em conta os benefícios de conforto térmico, retenção de água, limpeza do ar e vida útil de duas a três vezes maior, a vantagem é grande a favor do telhado verde&#8221;, afirma.</p>
<p><a href="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/pref.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-231" title="pref" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/pref.jpg" alt="" width="611" height="313" /></a></p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Exemplo de jardim suspenso (edifício Matarazzo, prefeitura de SP). Fonte Panorâmio</em></span></p>
<p>Para Marcos Casado, gerente do Green Building Council Brasil (GBC), o país está avançando na concessão de certificados para edificações ecoeficientes. No evento, ele explicou que o Brasil ocupa o 4º lugar na concessão de certificados LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes e China. Mas os 35 prédios que contam com o selo e os outros 330 que estão em processo de análise ainda não são suficientes para mudar a realidade climática das grandes cidades.</p>
<p>Mais eficiência, menos energia</p>
<p>As edificações trilham cada vez mais o rumo da ecoeficiência, com a construção de prédios de alta performance que otimizam o consumo de água e energia ao mesmo tempo em que dispõem de meios de captar tais recursos. &#8220;Entendemos que tão ou mais importante que construir um edifício de alta performance é garantir que essa alta performance seja uma constante no ciclo de vida do edifício, lembra Manoel Carneiro, diretor-geral da Trane, empresa especializada em climatização de ambientes.</p>
<p>Os aparelhos de ar-condicionado são responsáveis pelo consumo de 120 e 252 kwh por mês em uma residência comum, segundo a Eletrobras. Em um prédio comercial, onde cada apartamento tem mais de um aparelho, o cosumo de energia elétrica dispara. Carneiro lembra que 42% da energia consumida no Brasil vem de edificações; nos edifícios, os aparelhos de ar-condicionado são responsáveis pelo gasto de 60% a 75% do consumo.</p>
<p>Carneiro, defende que muitas vezes o uso excessivo de aparelhos de ar-condicionado é decorrente de falhas nos projetos, que não contemplam elementos sustentáveis básicos e inserem na obra uma envoltória envidraçada, sem proteções contra a insolação direta, falta de isolamento do telhado, má ventilação, dentre outras falhas. &#8220;O tempo investido na concepção de um edificação é sem sombra de dúvida um dos melhores investimentos que um empreendedor pode fazer seguido pela conceituação do sistema de ar condicionado e pelo uso de sistemas e equipamentos mais eficientes, pois 80% do custo do ciclo de vida de um edifício vem da sua operação&#8221;, lembra.</p>
<p>A construção civil é um dos ramos de negócios mais importantes para a consolidação da sustentabilidade na sociedade, uma vez que diz respeito às mais incisivas transformações do homem sobre a natureza. Quando essas marcas indeléveis – as construções e edifícios – assimilarem a ecoeficiência, poderemos afirmar que o desenvolvimento sustentável no Brasil caminha para a sua efetiva aplicação.Da mesma forma que o país se constituiu como um promissor mercado para a construção civil, dispõe agora de todas as possibilidades de se destacar como uma nação sustentável.</p>
<p>Eber Freitas</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Fonte</strong>: administradores.com.br</em></span></p>
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		<title>Petrobras deve economizar R$ 10 milhões com edifícios ecoeficientes</title>
		<link>http://www.patrinvest.com.br/blog/petrobras-deve-economizar-r-10-milhoes-com-edificios-ecoeficientes/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 15:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrinvest</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[energia sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, a Petrobras deverá economizar cerca de R$ 10 milhões com iniciativas do Projeto de Gestão de Energia aplicadas em prédios da estatal em todo País. Criada em 2010, a ação possibilitou a economia de R$ 3,7 milhões no ano passado, através da compra eficiente de energia (uso de energia renovável), implantação de projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011, a Petrobras deverá economizar cerca de R$ 10 milhões com iniciativas do Projeto de Gestão de Energia aplicadas em prédios da estatal em todo País. Criada em 2010, a ação possibilitou a economia de R$ 3,7 milhões no ano passado, através da compra eficiente de energia (uso de energia renovável), implantação de projetos de eficiência energética e desenvolvimento de sistema de monitoramento e automação predial.</p>
<p>O processo funciona através da compra de energia elétrica de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), que é considerada pela legislação brasileira como energia renovável com emissão zero de gás carbônico. Atualmente, 17 prédios da Petrobras no Brasil estão com 100% do suprimento de energia renovável, e outros três migrarão para o novo modelo ainda este ano. No futuro, a meta é que a energia renovável para consumo seja gerada pela companhia.</p>
<p>Outras medidas vêm sendo adotadas para aumentar a eficiência energética nos prédios. Uma delas é o uso de energia solar para aquecimento de água em três edifícios no Rio de Janeiro. O sistema já é utilizado no prédio da Universidade Petrobras para aquecer até 23 mil litros de água por dia para o restaurante do edifício, gerando maior economia de gás natural. A solução também já vem sendo usada no prédio ocupado pela Petrobras e Petrobras Distribuidora no Maracanã, para aquecer a água do restaurante; e no Edifício Sede, no Centro, para aquecimento da água.</p>
<p><a href="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/xx.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-227" title="un. petrobras" src="http://www.patrinvest.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/xx.jpg" alt="" width="611" height="313" /></a><br />
<span style="color: #888888;"><em>Prédio da Universidade Petrobrás</em></span></p>
<p>Para garantir a qualidade e eficiência do novo modelo, as instalações de energia elétrica e água dos edifícios são monitoradas por um sistema online. Outros prédios também estão sendo mapeados para implantação dos projetos de eficiência energética, levando em conta o funcionamento dos sistemas prediais: ar-condicionado, iluminação, elevadores, bombas e uso de água.</p>
<p>Com informações da Agência Petrobras.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>Fonte</strong>: EcoDesenvolvimento.org</em></span></p>
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