Tendência é trocar investimento direto em imóveis por fundos

Posted by Patrinvest | economia,fundos de imóveis,investimentos imobiliários,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 28 novembro 2011 12:57

O desenvolvimento do mercado de imóveis está aumentando as vantagens de adquirir cotas de fundos imobiliários. Cresce o número de ativos em oferta e a tendência é a de que haja cada vez mais fundos aplicando no setor.

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Aluguel de galpões industriais em SP é o mais caro da América Latina

Posted by Patrinvest | economia,investimentos imobiliários,Locação,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | quinta-feira 24 novembro 2011 12:08

SÃO PAULO – A empresa que deseja alugar um galpão comercial, na cidade de São Paulo, pagará um dos valores mais altos do mundo. É o que revela um levantamento realizado pela Colliers International.

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Em meio à turbulência no Mercado financeiro, o melhor investimento é o imóvel

O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, Ernani Assis.

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SuperReturn Latin America

Posted by Patrinvest | América Latina,economia,evento,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 31 outubro 2011 13:10

Considerada a conferência de Private Equity e venture capital de maior sucesso na América Latina, a SuperReturn trará mais de 300 participantes de 25 países entre os dias 12 e 14 de março de 2012, no Tivoli Hotel em São Paulo.

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Obra sustentável cresce e desperta interesse de bancos

Posted by Patrinvest | economia,green building,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | terça-feira 11 outubro 2011 17:44

Jatobá Green Building, exemplo de obra sustentável

As construtoras estão cada vez mais incorporando conceitos de sustentabilidade nos projetos que chegam aos bancos para financiamento. Em um primeiro momento, tais práticas podem até encarecer a obra, mas segundo os agentes financiadores, o melhor emprego de recursos nesses empreendimentos resulta na longevidade do imóvel e menos custos de manutenção. Na concessão do crédito, os bancos veem esses projetos com outros olhos. O Santander criou um selo para obras sustentáveis. Outros bancos, como o Bradesco, chegam a contratar até engenheiros para acompanhar a construção.

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Construção civil crescerá até 5% em cinco anos e crise não abala

Posted by Patrinvest | economia,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 10 outubro 2011 11:13

São Paulo – O setor da construção civil vai registrar taxas de crescimento anual de 4,5% a 5% nos próximos cinco anos. A estimativa é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe.

 

Pelo fato de a construção ser um investimento de longo prazo, o setor continuará carregando parte dos contratos de 2011 e, na avaliação do executivo, a crise na Europa não irá afetar o crescimento da construção. Em 2011, o setor deve registrar uma expansão de 5%. “A atual crise, fundamentada basicamente na Grécia, não deve gerar uma catástrofe na União Europeia. Esperamos um cenário menos ruim do que uma década perdida nos Estados Unidos”, disse Watanabe, para quem a economia norte-americana deverá melhorar seus indicadores.

Para o próximo ano, o presidente do Sinduscon vê como risco para o setor a escassez de mão de obra. Em sua avaliação, a construção civil passa por uma situação de pleno emprego. Enquanto a taxa geral de desemprego está rodando entre 6% e 6,5% no País, no setor de construção ela está em 3%, segundo Watanabe Só de janeiro a agosto, o setor contratou 9% a mais do que em igual período do ano passado. Este desempenho, diz ele, deverá ser mantido em 2012.

“Todo esse crescimento vertiginoso trouxe um problema para a construção civil, que será obrigada a mudar a gestão dos negócios e ser mais intensiva em tecnologia porque a mão de obra, mesmo a de baixa qualificação, está escassa”, disse.

Para ele, o setor deverá continuar se expandindo nos próximos anos como consequência do aumento da renda da população e de ações federais como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Esperamos que o PAC e o Minha Casa, Minha Vida tenham continuidade nos próximos governos”, disse.

Fonte: DCI

Imobiliárias caem mais de 14% na semana passada e lideram perdas do Ibovespa

Posted by Patrinvest | economia,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 3 outubro 2011 18:07

 

As ações do setor setor imobiliário destacaram-se na ponta perdedora do Ibovespa na semana que se estendeu de 19 a 23 de setembro, com cinco empresas do setor figurando entre as seis maiores quedas do índice no período.

No último lugar, aparecem os papéis da Brookfield (BISA3), com queda de 18,10%, cotados a R$ 5,52. Gafisa (GFSA3; -17,48%, R$ 5,95) e Rossi Residencial (RSID3; -17,35%, R$ 9,43) aparecem logo depois com quedas de mais de 17%, enquanto que Cyrela (CYRE3) e MRV (MRVE3) recuaram 14,27%, e 14,22%, respectivamente, com a ação valendo R$ 12,20 e R$ 10,50, nessa ordem. A única exceção dentre as maiores quedas do Ibovespa ficou com a Marfrig (MRFG3), que viu seus papéis terem a quarta pior performance do índice na semana (-17,28%), cotados a R$ 6,51.

Vale mencionar que o IMOB, índice de ações que acompanha as empresas do setor imobiliário, recuou 10,4% na semana, desempenho bem pior que o do benchmark da bolsa brasileira, que recuou 6,96% nos últimos cinco pregões.

Volatilidade do setor

Os temores com a situação da dívida europeia e em relação a uma possível recessão nos Estados Unidos levaram a uma crescente preocupação, fazendo investidores migrarem de ativos mais inseguros, como o mercado acionário, para aqueles tidos como mais seguros, como o dólar. O setor imobiliário, como um dos mais voláteis e dependentes de bons momentos econômicos, é um dos primeiros a sofrer.

Alguns dos papéis dessas empresas chegaram a atingir suas mínimas anuais na quinta-feira (22), fator que pode ter gerado uma boa oportunidade de entrada nesse tipo de investimento, visto que esse tipo de ativo agora opera abaixo das sua médias históricas. “Acredito que o setor esta subprecificado, esse movimento de curto prazo é mais de reajuste de posição”, afirma Renato Campos, analista da Técnica Assessoria de Mercado de Capitais.

Tendo esse cenário como pano de fundo, o Goldman Sachs aumentou a sua recomendação para o setor imobiliário, para “overweight” (exposição acima da média), destacando os valuations atrativos e os fortes fundamentos dessas companhias. “Nós continuamos a acreditar que as perspectivas de longo prazo para crescimento, o suporte político e os múltiplos descontados justifiquem o investimento em empresas do setor”, afirma o banco.

Inflação e dólar em alta também prejudicam

Mesmo com a boa sessão na sexta-feira, esses papéis continuaram a se situar entre as maiores quedas semanais. Além do dólar em patamares muito altos – o que acaba beneficiando empresas voltadas à exportação -, o setor também sentiu os efeitos negativos do avanço maior que o esperado do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado na semana passada, o que aumentou ainda mais a incerteza do mercado acerca da inflação brasileira.

Fonte: Infomoney

Um a cada três imóveis alugados em SP é comercial

Posted by Patrinvest | economia,infraestrutura,Locação,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | quarta-feira 28 setembro 2011 17:36

De acordo com pesquisa da Lello, número de novos contratos de aluguel residencial comercial subiu 16% no segundo trimestre ante os primeiros três meses do ano.

Um em cada três imóveis alugados na capital paulista é comercial.

É o que aponta levantamento da Lello, empresa líder em administração imobiliária no Estado com base nos dados consolidados do segundo trimestre deste ano.

Nos meses de abril, maio e junho o número de imóveis comerciais locados pela empresa nas diferentes regiões de São Paulo representou 30% do total.

O número de novos contratos de aluguel residencial comercial subiu 16% em relação ao primeiro trimestre, e o valor médio das locações novas chegou a R$ 3.500.

Salas e conjuntos comerciais representaram 41% do total de novas locações do setor no segundo trimestre, seguidas pelas casas comerciais, com 26%, e pelos salões, com 15%. As lojas representaram 10% do total de novos contratos, galpões, 6% e terrenos, 2%.

Entre os imóveis comerciais alugados no segundo semestre, 35% foram destinados à instalação de clínicas médicas, odontológicas e de estética, 22% para escritórios de representação comercial, contabilidade e advocacia, outros 22% para lojas de rua, 8% para estabelecimentos de alimentação como lanchonetes e restaurantes, e 4% para instituições de ensino.

O levantamento apontou, ainda, que as regiões de Moema e da Mooca lideraram a procura para locação de consultórios médicos e escritórios, seguidas pelas áreas da Vila Mariana e de Santana.

“O setor de imóveis comerciais está em alta e a rentabilidade do aluguel, para quem compra unidades com este perfil para fins de locação, tende a ser maior, proporcionalmente, do que no caso dos imóveis residenciais”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.

Fonte: Brasil Econômico

Patrinvest patrocina Cityscape

Posted by hugoperoni | o mercado imobiliário | segunda-feira 22 novembro 2010 18:08

Estrangeiros precisam de bons parceiros locais para investir no Brasil

Posted by hugoperoni | o mercado imobiliário | terça-feira 19 outubro 2010 12:34

O Brazil Investment Connection realizado em Londres deixou como principal lição aos investidores ingleses a necessidade de realizar parcerias locais para ter sucesso nos seus investimentos no Brasil

O Brasil tem ótimas oportunidades de investimentos no mercado imobiliário, no entanto para ter sucesso é preciso fazer parcerias locais. Essa foi a constatação geral dos participantes da primeira edição do Brazil Investment Connection realizado em Londres na última quarta-feira (13). Mais de 100 investidores ingleses participaram do seminário da ADIT Brasil, que além de apresentar as oportunidades de investimentos do mercado imobiliário brasileiro, também mostrou quais os procedimentos técnicos de investir no Brasil e como a Associação pode ajudá-los a identificar os melhores investimentos.

foto: rochester

A experiência dos investidores que já apostaram no Brasil também foi um ponto alto do evento. Segundo o diretor de private equity da Charlemagne Capital, Michael Russell, para investir no Brasil é preciso primeiro ter bons parceiros locais e a ADIT Brasil é o melhor caminho para encontrar esses parceiros. “Nossas intenções são de ficar no Brasil por um bom tempo. Estamos procurando projetos novos e por estar em contato com organizações como a ADIT conseguimos nosso primeiro parceiro no Brasil”, afirmou.

Para Richard Cash da Invest in Brasil trabalhar com organizações com a ADIT e Apex Brasil são fundamentais para qualquer empresário que queira se posicionar bem no mercado imobiliário brasileiro. Cash também reforça a necessidade de ter parceiros locais para obter sucesso nos seus investimentos. “Para investir no Brasil é fundamental trabalhar em parceria com empresários locais”, destacou.

Minha Casa, Minha Vida

Outro destaque durante o Brazil Investment Connection foi o interesse dos investidores pelo programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida. No entanto, o diretor de investimentos da ADIT, Luiz Lessa, alertou aos investidores que para esse programa se transformar em uma real oportunidade de investimento para os empresários estrangeiros deve-se pensar em investir através de parceiros locais. “O debate e os relatos sobre a Minha Casa Minha Vida foram especialmente úteis, pois estamos olhando para este setor atentamente”, destacou Stuart Johnson da Experience International.

Rodrigo de Azeredo Santos, Ministro da Área Comerical da Embaixada do Brasil em Londres, concorda com Lessa e destaca o bom momento do Brasil. “As taxas de câmbio são resultado direto da boa economia brasileira. É evidente a força e estabilidade econômica de um país que tem o segundo maior Investimento Estrangeiro Direto, perdendo só para a China”, disse.

Feedback

Além do diretor de investimentos da ADIT, a gestora de projetos da Apex Brasil, Maria Luísa Cravo e o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Simão, também participaram do seminário. Os participantes consideram a iniciativa da ADIT em prover informações para os investidores uma excelente idéia.

Para Vasilios Dimarakis, da Moneycorp, o seminário foi uma ótima oportunidade também para fazer contatos. “Tivemos a oportunidade de fazer networking com potenciais parceiros e clientes interessados no mercado brasileiro com o interesse de fazer futuros negócios com eles”, destacou. “É a primeira vez que a Mandarin Oriental Hotel Group participa no Seminário Brazil Investment. Achamos que foi uma boa introdução ao mercado imobiliário brasileiro e ao mesmo tempo deu uma visão fascinante dos objetivos do governo e uma oportunidade valiosa para fazer networking”, disse Maria Adamo, da Mandarin Oriental.

Próximas edições do Brazil Investment Connection

O seminário Brazil Investment Connection ainda vai percorrer mais três países este mês. O próximo será em Madri, no dia 19. Lisboa e Nova York receberão o evento nos próximos dias 22 de outubro e 03 de novembro, respectivamente.

Fonte: ADIT Brasil

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