Lançamentos de conjuntos comerciais em SP bateram recorde em 2011

Posted by Patrinvest | América Latina,economia,infraestrutura,São Paulo | segunda-feira 14 maio 2012 13:45

SÃO PAULO – O lançamento de conjuntos comerciais no município de São Paulo registrou recorde no ano passado. Segundo dados divulgados pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), na última terça-feira (8), em 2011, foram 7,3 mil novas unidades.

Antes de 2011, os melhores resultados foram apresentados em 2010 e 2009, com lançamento de 5,3 mil e 3,5 mil conjuntos, respectivamente.

Já os anos que registraram os menores lançamentos foram 2006 (1,1 mil), 2005 (1,5 mil) e 2004 (1,6 mil).

2012

Ao analisar os dados deste ano, até março, os dados revelam que foram lançadas 900 unidades, o que representa um investimento de R$ 400 milhões.

Segundo o sindicato, o primeiro trimestre do ano costuma ser mais fraco em relação aos lançamentos, sendo mais aquecido a partir do segundo semestre.

Fonte: InfoMoney

EMPOWERING PROFITABILITY FOR REAL ESTATE INVESTORS IN BRAZIL.

Posted by Patrinvest | economia,negócios imobiliários,o mercado imobiliário,Patrinvest,Paulo Roberto Almeida Lima | segunda-feira 19 março 2012 14:16

Giving full weight to the elements which make up the investment feasibility in Brazil is a determining factor for the profitability rates.

For those real estate investors looking for an excellent financial return through acquisition, projects development in retail, industrial, logistics, office buildings, having their property value increasing exponentially guaranteed by secured lease contracts and perform profits in the short/medium run, it is notorious and known to many that Brazil is the place to be today.

However, it is essential to know the difficulties of caring for every detail of the process and at the same time concentrate efforts on finding new opportunities without compromising investment portfolio management.

Regardless of your investment capability, you must find in Brazil an expert and competent advice to assist you in a personalized manner, optimizing time, reducing surprises and help mapping the circumstances and risks, common to new investment scenarios as it´s the case.

Brazil is a huge country and alternatives must be presented beyond the Rio – Sao Paulo axis in order to maximize profits as well as assisting the investors in diverse situations which is briefly described.

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Taxa de retorno de imóveis comerciais volta a subir, segundo FGV

Posted by Patrinvest | economia,investimentos imobiliários,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | domingo 12 fevereiro 2012 12:39

A taxa de retorno dos imóveis comerciais, somadas renda com aluguéis e valorização do imóvel, foi de 4% no quarto trimestre de 2011, de acordo com o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), divulgado nesta quinta-feira (2) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Com o resultado, a taxa de retorno dos imóveis comerciais voltou a subir, após apresentar recuo, no terceiro trimestre do ano passado frente ao trimestre anterior, de 4,2% para 3,8%.

De acordo com o levantamento, considerando o último trimestre, as taxas de retorno da renda e capital foram de, nesta ordem, 2,7% e 1,3%.

Retorno anualizado

Com relação ao retorno anualizado, que compara cada trimestre com o equivalente do ano anterior, houve queda no último trimestre do ano passado. Nesta comparação, as taxas de retorno de renda, capital e total foram de, respectivamente, 12%, 5,6% e 17,6%. No trimestre imediatamente anterior as taxas haviam sido de 13,1%, 6,3% e 19,4%.

Rentabilidade acumulada

Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 742,1% entre o ano 2000 e o quarto trimestre de 2011, segundo o índice de FGV.

O indicador tem o objetivo de ser uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – escritórios, hotéis, shoppings e outros, retratando de forma abrangente a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos do setor. Dessa forma os investidores terão mais transparência em relação à formação dos preços de compra, venda e locação.

Índice

O indicador é calculado com base em informações fornecidas por um grupo de participantes envolvendo investidores institucionais e empresas ligadas ao setor imobiliário. O índice leva em consideração a valorização do metro quadrado.

A série histórica desta divulgação vai de 2000 ao final de 2011. Para essa divulgação, foi considerada uma amostra de 299 imóveis.

Fonte: InfoMoney

Tendência é trocar investimento direto em imóveis por fundos

Posted by Patrinvest | economia,fundos de imóveis,investimentos imobiliários,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 28 novembro 2011 12:57

O desenvolvimento do mercado de imóveis está aumentando as vantagens de adquirir cotas de fundos imobiliários. Cresce o número de ativos em oferta e a tendência é a de que haja cada vez mais fundos aplicando no setor.

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Aluguel de galpões industriais em SP é o mais caro da América Latina

Posted by Patrinvest | economia,investimentos imobiliários,Locação,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | quinta-feira 24 novembro 2011 12:08

SÃO PAULO – A empresa que deseja alugar um galpão comercial, na cidade de São Paulo, pagará um dos valores mais altos do mundo. É o que revela um levantamento realizado pela Colliers International.

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Em meio à turbulência no Mercado financeiro, o melhor investimento é o imóvel

O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, Ernani Assis.

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SuperReturn Latin America

Posted by Patrinvest | América Latina,economia,evento,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 31 outubro 2011 13:10

Considerada a conferência de Private Equity e venture capital de maior sucesso na América Latina, a SuperReturn trará mais de 300 participantes de 25 países entre os dias 12 e 14 de março de 2012, no Tivoli Hotel em São Paulo.

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Obra sustentável cresce e desperta interesse de bancos

Posted by Patrinvest | economia,green building,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | terça-feira 11 outubro 2011 17:44

Jatobá Green Building, exemplo de obra sustentável

As construtoras estão cada vez mais incorporando conceitos de sustentabilidade nos projetos que chegam aos bancos para financiamento. Em um primeiro momento, tais práticas podem até encarecer a obra, mas segundo os agentes financiadores, o melhor emprego de recursos nesses empreendimentos resulta na longevidade do imóvel e menos custos de manutenção. Na concessão do crédito, os bancos veem esses projetos com outros olhos. O Santander criou um selo para obras sustentáveis. Outros bancos, como o Bradesco, chegam a contratar até engenheiros para acompanhar a construção.

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Construção civil crescerá até 5% em cinco anos e crise não abala

Posted by Patrinvest | economia,infraestrutura,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 10 outubro 2011 11:13

São Paulo – O setor da construção civil vai registrar taxas de crescimento anual de 4,5% a 5% nos próximos cinco anos. A estimativa é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe.

 

Pelo fato de a construção ser um investimento de longo prazo, o setor continuará carregando parte dos contratos de 2011 e, na avaliação do executivo, a crise na Europa não irá afetar o crescimento da construção. Em 2011, o setor deve registrar uma expansão de 5%. “A atual crise, fundamentada basicamente na Grécia, não deve gerar uma catástrofe na União Europeia. Esperamos um cenário menos ruim do que uma década perdida nos Estados Unidos”, disse Watanabe, para quem a economia norte-americana deverá melhorar seus indicadores.

Para o próximo ano, o presidente do Sinduscon vê como risco para o setor a escassez de mão de obra. Em sua avaliação, a construção civil passa por uma situação de pleno emprego. Enquanto a taxa geral de desemprego está rodando entre 6% e 6,5% no País, no setor de construção ela está em 3%, segundo Watanabe Só de janeiro a agosto, o setor contratou 9% a mais do que em igual período do ano passado. Este desempenho, diz ele, deverá ser mantido em 2012.

“Todo esse crescimento vertiginoso trouxe um problema para a construção civil, que será obrigada a mudar a gestão dos negócios e ser mais intensiva em tecnologia porque a mão de obra, mesmo a de baixa qualificação, está escassa”, disse.

Para ele, o setor deverá continuar se expandindo nos próximos anos como consequência do aumento da renda da população e de ações federais como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Esperamos que o PAC e o Minha Casa, Minha Vida tenham continuidade nos próximos governos”, disse.

Fonte: DCI

Imobiliárias caem mais de 14% na semana passada e lideram perdas do Ibovespa

Posted by Patrinvest | economia,negócios imobiliários,o mercado imobiliário | segunda-feira 3 outubro 2011 18:07

 

As ações do setor setor imobiliário destacaram-se na ponta perdedora do Ibovespa na semana que se estendeu de 19 a 23 de setembro, com cinco empresas do setor figurando entre as seis maiores quedas do índice no período.

No último lugar, aparecem os papéis da Brookfield (BISA3), com queda de 18,10%, cotados a R$ 5,52. Gafisa (GFSA3; -17,48%, R$ 5,95) e Rossi Residencial (RSID3; -17,35%, R$ 9,43) aparecem logo depois com quedas de mais de 17%, enquanto que Cyrela (CYRE3) e MRV (MRVE3) recuaram 14,27%, e 14,22%, respectivamente, com a ação valendo R$ 12,20 e R$ 10,50, nessa ordem. A única exceção dentre as maiores quedas do Ibovespa ficou com a Marfrig (MRFG3), que viu seus papéis terem a quarta pior performance do índice na semana (-17,28%), cotados a R$ 6,51.

Vale mencionar que o IMOB, índice de ações que acompanha as empresas do setor imobiliário, recuou 10,4% na semana, desempenho bem pior que o do benchmark da bolsa brasileira, que recuou 6,96% nos últimos cinco pregões.

Volatilidade do setor

Os temores com a situação da dívida europeia e em relação a uma possível recessão nos Estados Unidos levaram a uma crescente preocupação, fazendo investidores migrarem de ativos mais inseguros, como o mercado acionário, para aqueles tidos como mais seguros, como o dólar. O setor imobiliário, como um dos mais voláteis e dependentes de bons momentos econômicos, é um dos primeiros a sofrer.

Alguns dos papéis dessas empresas chegaram a atingir suas mínimas anuais na quinta-feira (22), fator que pode ter gerado uma boa oportunidade de entrada nesse tipo de investimento, visto que esse tipo de ativo agora opera abaixo das sua médias históricas. “Acredito que o setor esta subprecificado, esse movimento de curto prazo é mais de reajuste de posição”, afirma Renato Campos, analista da Técnica Assessoria de Mercado de Capitais.

Tendo esse cenário como pano de fundo, o Goldman Sachs aumentou a sua recomendação para o setor imobiliário, para “overweight” (exposição acima da média), destacando os valuations atrativos e os fortes fundamentos dessas companhias. “Nós continuamos a acreditar que as perspectivas de longo prazo para crescimento, o suporte político e os múltiplos descontados justifiquem o investimento em empresas do setor”, afirma o banco.

Inflação e dólar em alta também prejudicam

Mesmo com a boa sessão na sexta-feira, esses papéis continuaram a se situar entre as maiores quedas semanais. Além do dólar em patamares muito altos – o que acaba beneficiando empresas voltadas à exportação -, o setor também sentiu os efeitos negativos do avanço maior que o esperado do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado na semana passada, o que aumentou ainda mais a incerteza do mercado acerca da inflação brasileira.

Fonte: Infomoney

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